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segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

UM FILME DE TERROR. FANTÁSTICO SÉRGIO SAMPAIO.

MÚSICAS DE PROTESTOS NA DITADURA MILITAR

MÚSICA NA DITADURA MILITAR Por RV IN http://www.funmusic.com.br/blog/post/10-musicas-de-protesto-a-Ditadura-Militar Nada mais atual do que falar de Ditadura Militar devido aos recentes conflitos entre manifestantes e policiais que estão ocorrendo em diversas cidades pelo Brasil. O pior é como a mídia está tratando o assunto, deixando a população sem saber ao certo quem está sendo responsável pelos tumultos. A primeira vista você pode até achar que são os manifestantes que estão causando essa guerra, será? Enquanto a grande mídia de massa, como os telejornais chamam os manifestantes de vândalos, as mídias mais alternativas, como os portais de internet, blogs, etc., veem desmentido as redes de televisão, com vídeos, fotos e relatos, mostrando que a maioria dos ataques estão sendo iniciados pelos próprios militares. Claro que existem manifestantes que estão passando dos limites, depredando patrimônios públicos e privados e, exclusivamente neste caso, a polícia deveria agir e repreender tal ato, contudo não é isso que está acontecendo. Basta navegar pela internet para ver que grupos enormes de pessoas pacíficas, incluindo jornalistas foram agredidos de forma brutal por um sistema que cada vez mais, prova estar falido. Isso te lembra de alguma coisa? Parece estranho que um país “democrático” impeça as pessoas de se manifestarem e a imprensa de registrar os fatos, mas é isso que está acontecendo. Dito isto, vamos nos recordar de algumas músicas de protestos que fizeram história na ditadura militar. 1. CÁLICE A música Cálice, lançada por Chico Buarque em 1973, faz alusão a oração de Jesus Cristo dirigida a Deus no Jardim do Getsêmane: “Pai, afasta de mim este cálice”. Para quem lutava pela democracia, o silêncio também era uma forma de morte. Para os ditadores, a morte era uma forma de silêncio. Daí nasceu a ideia de Chico Buarque: explorar a sonoridade e o duplo sentido das palavras “cálice” e “cale-se” para criticar o regime instaurado. Trecho: De muito gorda a porca já não anda (Cálice!) / De muito usada a faca já não corta / Como é difícil, Pai, abrir a porta (Cálice!) / Essa palavra presa na garganta 2. PRA NÃO DIZER QUE NÃO FALEI DAS FLORES Caminhando é uma música de Geraldo Vandré, lançada em 1968. Vandré foi um dos primeiros artistas a ser perseguido e censurado pelo governo militar. A música foi a sensação do Festival de Música Brasileira da TV Record, se transformando em um hino para os cidadãos que lutavam pela abertura política. Através dela, Vandré chamava o público à revolta contra o regime ditatorial e ainda fazia fortes provocações ao exército. Trecho: Há soldados armados / Amados ou não / Quase todos perdidos / De armas na mão / Nos quartéis lhes ensinam / Uma antiga lição: De morrer pela pátria / E viver sem razão 3. MOSCA NA SOPA Mosca na sopa é uma música de Raul Seixas, lançada em 1973. Apesar das controvérsias acerca do sentido da música, a letra faz uma referência clara à ditadura militar. Através de uma metáfora, o povo é a “mosca” e, a ditadura militar, “a sopa”. Desta forma, o povo é apresentado como aquele que incomoda, que não pode ser eliminado, pois sempre vão existir aqueles que se levantam contra regimes opressores. Trecho: E não adianta / Vir me detetizar / Pois nem o DDT / Pode assim me exterminar / Porque você mata uma / E vem outra em meu lugar…

PORRADA SECA!!!!KKK

quarta-feira, 17 de abril de 2013

O Absolutismo Monárquico e o Antigo Regime


Para você aluno que precisa de material sobre o Antigo Regime e o Absolutismo está ai um material de apoio bem interessante para você se aprofundar nesse assunto.
Uma abrodagem bem didática e simples de compreender.
Boa leitura e Boa sorte

Clique sobre a palavra:  ABSOLUTISMO e continue sua leitura


Conhecendo a Amazonia


Em qual região do Brasil você mora?

O que tem na Amazônia?









Teus Falsos Dentes Brilhantes

Quando os vi
Desejei entregar meu pescoço
Os braços
O corpo inteiro

Desejei sangrar
Ser roubado e esvaziado até morrer

Tão brilhantes eram eles
Que me cegaram e enlouqueceram

E perdi até o controle do dia
Que nunca tive

E tudo foi passando
Eu Quase sem sangue
Desisti de morrer
E o que restou em mim circulando
Me fez ver que teus dentes
Brancos

Machucaram-me tanto
Que mesmo que eu passasse a morar
No espaço
Não regenerar-me-ia em mil anos de vida.

terça-feira, 12 de junho de 2012

Nova Lei de Acesso à Informação beneficia processo de abertura de arquivos da ditadura. Arquivo Nacional deve lançar portal que vai concentrar documentos desse período conturbado da História do Brasil


Por Alice Melo

Está em vigor, desde o dia 16 de maio, a nova Lei de Acesso à Informação. A lei abre portas para que qualquer pessoa possa conferir informações de interesse público, que estejam armazenadas em instituições federais, estaduais e municipais. Além da transparência dos documentos em movimento hoje, ela regula o acesso a documentos de arquivos produzidos na época da ditadura civil-militar brasileira (1964-1985). Ou seja, dá mais um passo na longa caminhada de abertura de arquivos do período e contribui para que a história seja revista e rediscutida.
Para reiterar isso, o Arquivo Nacional, órgão que administra a maioria da documentação oficial produzida no passado, abriu no dia seguinte ao decreto um edital dizendo que todo documento necessário à recuperação de fato histórico relevante vai integrar a transparência – a não ser que a parte envolvida entre com um pedido formal até o dia 17 de junho para que seu registro permaneça sob sigilo. Mas para que  a confidencialidade seja mantida, o pedido precisa passar pelo crivo de uma comissão formada no próprio AN.
“Antes, era permitido o acesso a esses documentos por parte das pessoas envolvidas ou seus familiares. Só havia restrição para o acesso de terceiros”, lembra o diretor-geral do arquivo, Jaime Antunes da Silva. “Agora, o acesso será liberado a todos”.
Ele informa ainda que outro grande passo para o acesso livre às informações do período da ditadura é a criação de um site que concentre os documentos. Jaime dá pistas que um grande portal de buscas na internet está sendo preparado, mas ainda não há um prazo definido para o lançamento, já que apenas uma pequena parte da documentação está digitalizada. O caminho é longo. “O intuito de tudo isso é que aquele passado nunca mais se repita. E levar o conhecimento a outras gerações é muito importante neste processo”.
Pesquisa histórica
O historiador Carlos Fico, professor da UFRJ e uma das maiores referências nos estudos sobre a ditadura, diz que a nova Lei de Acesso à Informação só tem a beneficiar a pesquisa histórica. “Essa abertura vai ter um impacto enorme na nossa área, a diferença vai ser enorme para o pesquisador”. Fico acrescenta ainda que a liberação de arquivos pessoais registrados por órgãos públicos não vai prejudicar a imagem das partes envolvidas. “Essa questão foi uma das coisas que contribuiu para o atraso na abertura dessa documentação. Mas o caso é que eles não serão abertos no sentido de expor ninguém, isso não é permitido. Vai ser em benefício da sociedade e da História”.
Mas ainda falta muito para chegar à tão almejada abertura total dos arquivos da ditadura, como destaca o também historiador Daniel Aarão Reis, professor da UFF. Segundo ele, “há dois problemas maiores: a resistência – de caráter político e corporativista – das Forças Armadas em dar a conhecer os seus arquivos. E, em segundo lugar, a tibieza dos governos civis, democraticamente eleitos, em enfrentar esta resistência”. Para Aarão Reis, os arquivos das Forças Armadas precisam ser disponibilizados de forma ampla, geral e  irrestrita. Só assim para a história da repressão não se repetir mais.

http://www.revistadehistoria.com.br/secao/reportagem/rumo-a-aberturahttp://www.revistadehistoria.com.br/secao/reportagem/rumo-a-abertura

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Infográfico de Segunda Guerra


Visite o infográfico sobre a Segunda Guerra clicando sobre a imagem

http://historiapensante.blogspot.com/2011/01/infografico-segunda-guerra-mundial.html

A selvageria do Imperialismo norte-americano


Após a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), a Guerra do Vietnã foi o conflito com a maior duração até hoje, havendo dois períodos entre ela, ou seja, o primeiro, quando as forças nacionalistas vietnamitas, levadas à frente pelo Viet-minh (Liga da Independência do Vietnã), derrotaram as tropas francesas nos anos de 1946 a 1954, e a segunda, quando uma frente entre nacionalistas e o Partido Comunista, o Vietcong, enfrentaram o Exército dos EUA entre 1964 e 1975.
O Vietnã localiza-se na região da Indochina, entre a Índia e a China, onde estão localizados também outros dois países, o Laos e o Camboja.
Desde 1883 a península asiática foi uma colônia do imperialismo francês até a ocupação do imperialismo japonês entre 1941 e 1945. . No entanto, com a derrota do Japão e o fim da Segunda Guerra Mundial em 1945, a França novamente tentou ocupar a área e conter a revolução em marcha que havia derrotado os japoneses.
Durante a ocupação japonesa, se iniciou uma organização de guerra de guerrilhas formada pelo Viet-Minh, em 1941, que era o braço armado da revolução indochina. O nome Viet-Minh refere-se ao líder nacionalista Ho Chi Minh, também fundador do Partido Comunista Indochinês, em 1930.
À cabeça da revolução, o Viet-Minh avançou sobre os japoneses e ocupou a capital Hanói, declarando independência do Norte vietnamita.
Diante desta situação, os franceses se viram obrigados a impedir a independência do Norte, então o General Leclerc foi incumbido de reconquistar a região.


Leia mais aqui.............

A Guerra do Vietnã, como o conflito mais sangrento desde a Segunda Guerra Mundial, não foi o mais terrível apenas pelo seu tempo de duração ou pelo envolvimento direto da maior potência imperialista, mas principalmente por ter revelado as contradições do regime capitalista e a completa decadência e conseqüente selvageria do capitalismo mundial.

Para ler sobre a derrota do Exercito Americano click no link abaixo
fonte: http://www.pco.org.br/revista_digital/junho.htm

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Até quando esperar?

Artista: Plebe Rude
Música: Até quando esperar?
A qualidade da música da década de 1980 se compara a produção musical dos anos 1970 nos Estados Unidos quando Bob Dilan, Jimy Hendrix e the Kings passaram a compor um rock com letras mais sofisticadas e um ritmo mais elaborado. No Brasil, a Banda Plebe Rude nos orgulha pela sua produção musical de alto nível. Legião Urbana, Titãs, Engenheiros do Havaí também compatilharam desse momento fundamental da Música Nacional de qualidade. Mais atual do que as bandas cegas e surdas que gritam palavras cruas distorcidas, Plebe Rude é uma fuga à ignorância impetrada pela mídia audiovisual que nos impõe sabores insólitos na nossa consciência pós-moderna retrógrada.






Comente este vídeo.

O que você acha que aconteceu com a produção musical da atualidade, responda-me! ok.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Democracia Grega e atual - atividade para o 1o ano A.Carneiro



Ao falarmos do legado dos gregos para o mundo contemporâneo, percebemos que muitos textos ressaltam como as experiências políticas experimentadas em Atenas serviram de base para a construção do regime democrático. A luta pelo fim dos privilégios aristocráticos e a consolidação de uma sociedade com direitos mais amplos teriam sido os pilares dessa nova forma de governo. Contudo, não podemos afirmar que a ideia de democracia entre os gregos seja a mesma do mundo contemporâneo.

Atualmente, quando definimos basicamente a democracia, entendemos que este seria o “governo” (cracia) “do povo” (demo). Ao falarmos que o “governo pertence ao povo”, compreendemos que a maioria da população tem o direito de participar do cenário político de seu tempo. De fato, nas democracias contemporâneas, os governos tentam ampliar o direito ao voto ao minimizar todas as restrições que possam impedir a participação política dos cidadãos.

Tomando o Brasil como exemplo, percebemos que a nossa democracia permite que uma parte dos menores de 18 anos vote e que as pessoas com mais de 70 anos continuem a exercer seu direito de cidadania. Além disso, a nossa constituição não prevê nenhum empecilho de ordem religiosa, econômica, política ou étnica para aqueles que desejem escolher seus representantes políticos. Até os analfabetos, que décadas atrás eram equivocadamente vistos como “inaptos”, hoje podem se dirigir às urnas.

Para os gregos, a noção de democracia era bastante diferente da que hoje experimentamos e acreditamos ser “universal”. A condição de cidadania era estabelecida por pressupostos que excluíam boa parte da população. Os escravos, as mulheres, os estrangeiros e menores de dezoito anos não poderiam participar das questões políticas de seu tempo. Tal opção não envolvia algum tipo de interesse político, mas assinalava um comportamento da própria cultura ateniense.

Na concepção desta antiga sociedade, aqueles que não compartilhavam dos mesmos costumes de Atenas não poderiam ter a compreensão necessária para escolher o melhor para a pólis. Além disso, observando o modo como os atenineses viam a mulher, sabemos que tal exclusão feminina se assentava na “inferioridade natural” reservada ao sexo feminino. Por fim, os escravos também eram politicamente marginalizados ao não terem o preparo intelectual necessário para o exercício da política.


Dessa forma, não podemos dizer que a democracia ateniense era cingida por uma estranha contradição. Ao contrário, percebemos que as instituições políticas dessa cultura refletiam claramente valores diversos que eram anteriores ao nascimento da democracia grega. Também devemos levar em conta que o nosso ideal democrático é influenciado pelas discussões políticas dos intelectuais que defenderam os ideais do movimento iluminista, no século XVIII.

A distância entre a democracia grega e a atual somente corrobora com algo que se mostra bastante recorrente na história. Com o passar do tempo, os homens elaboram novas possibilidades e, muitas vezes, lançando o seu olhar para o passado, fazem com que a vida de seus próximos seja transformada pelo intempestivo movimento de ideias que torna nossa espécie marcada pelo signo da diversidade.


 Pensando sobre esse tempo da política no passado e no presente, dê uma olhadinha no texto “Politicagem e Política: Coisas Diferentes Que Parecem Iguais”  
(http://bloginternacional.wordpress.com/2007/05/20/politicagem-e-politica-coisas-diferentes-que-parecem-iguais/http://bloginternacional.wordpress.com/2007/05/20/politicagem-e-politica-coisas-diferentes-que-parecem-iguais/

assista ao vídeo e reflita por que é tão difícil fazer POLÍTICA? responda nos comentários


Por Rainer Sousa Mestre em História


Ao pensar a democracia atual, a entendo como um jogo de xadrez, onde o rei não é único, na verdade é um grupo, mas esse rei não tem pátria, nação, império, sentimento nacional, mas também não defende a igualdade de povos, tratamento, distribuição da riqueza mundial. não. É um rei e um grupo de sacerdotes, militares, milionários centados em suas coberturas encharcados de interesses politicos e econômicos ditando as regras para os peões.

Os bispos são como os meios de comunicação de massa e suas doutrinas alienativas a nos convencer de que somos cidadãos e que paricipamos da construção de nossa nação. São eles que nos fazem dormir sonhando com o aumento do salário, com o financiamento da casa e até com uma refeição melhor, ou quem sabe, fazer uma compra no supermercado; um dia.

A Rainha, são as damas da alta sociedade desfilando suas aparencias deformadas pelas cirugias que procuram reparar os estragos naturais da gravidade. São as cortesãos dos acordos feitos nos jantares assinado por uma restaurante chique de culinária francesa. São essas damas deitadas de dia e de noite deitam pros seus maridos, amantes e outros negócios; são elas que não conversam, se exibem sem saber o que realmente falam.

Os cavalos são o exército, a policia, a força secreta, a segurança nacional que não segura nada a não ser....
que só ajudam os podres em caso de catástrofes ou calamidades e ainda muitos se aproveitam da miseria alheia.

Os peões, somos nós, pode ser você que está lendo, que foi obrigado assim como eu a ver a vida como ela não é. somos nós que julgamos que temos direito, mas não temos nada. temos poder em nossas mãos, isso temos. Mas os bispos, padres, pastores insistem em nos ensinar o contrário.
Os peões trabalham tanto intelectualmente quanto manalmente. Não pense que ao se tornar um intelectual você deixou de ser peão muito pelo contrário, você se corrompeu ou está de mãos atadas, então se desespera.
Os peões não andam em carruagens nem espaçonaves, seus pés os conduzem pelas ruas de barro, piçarra, cheias de craterras lunares. suas casas não tem torneira de ouro, piscinas aquecidas nem centrais de ar. Mas esse peão carrega nos olhos o peso da responsabilidade de criar seus filhos com dignidade apesar da promiscuidade do Senado e da prostituição do Congresso.



Klefferson farias

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Videos de Belle époque. interessantíssimos



Leia mais sobre a Belle Epoque na Amazônia por Por: Anna Carolina de Abreu Coelho Clicando aqui

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

O Anarquismo

Video sobre o anarquismo do prof Tiago. idéias gerais

Assista!



Conteúdo sobre anarquismo brevemente neste espaço. aguarde!

"O Leopardo" com Alan Delon

O filme o Leopardo retrata o período em que a itália, mais especificamente a Sicilia do Principe D Fernando está vivenciando um momento crucial que é a revolução pela unficação da itália e percebe o papel frágil que a nobreza ocupa no século XIX. As tranformações capitalistas, as ideias nacionalistas e pannacionalistas fortalecem as lutas de unficação onde  a nobreza precisa tomar uma posição diante destes fatos.

"As coisa precisam mudar para continuarem as mesmas"

Revolução americana

Bem interessante a criatividade dos alunos nesse video. assista!!!

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Conheça a Verdade sobre a chegada do homem à lua

Saiba uma das verdades à respeito da chegada do homem à lua clicando na imagem abaixo...crie seu próprio julgamento.






segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

II Guerra Mundial

Assista ao vídeo



Comente as principais mensagens do filme clicando aqui

vídeo de apoio

Belle èpoque

Alguns link´s para você pesquisar sobre belle époque

Clique sobre as imagens e faça sua pesquisa 
























































Courtesy TerritorioScuola

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Obrigado Galera!!!!!!!!!!!!!!

A feira de História do Helena foi um sucesso. Os alunos prestigiaram os trabalhos das turmas 711, 712, 713 e da 732 e ainda rolou o carimbó da nossa terra com os alunos percursionistas do primeiro e segundo ano do ensino médio. Muitas guloseimas foram feitas com as frutas. inclusive bolo de casca de banana (ocê pode ter a receita assistindo ao vídeo clicando (aqui). Um abraços à todos aqueles que contribuíram para o evento. Peço desculpas se não saiu perfeito, até o próximo.
olha aí a galera do carimbó...


tem mais no banner.. falou   e vamos comentar galeraaaaaaaa!!!!!
Conheça as frutas brasileiras que mais fazem sucesso no mundo clicando aqui

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Dia 12 de novembro 1a Feira de História da Escola Helena Guilhon

Com o Tema: "Conhecendo o mundo através das frutas", estaresmos realizando a primeira feira de História dos alunos da quarta etapa e do oitavo ano do ensino fundamental da Escola Dona Helena Gulhon. A sugestão deste tema surgiu a partir de uma discussão em sala de aula à respeito dos hábitos alimentares dos alunos da escola, pois a maioria não tem o hábito de inserir em sua dieta diária nem legumes nem frutas. Por conta disso, veio a proposta de pesquisar-mos mais a fundo sobre a importância em mudar nossos hábitos alimentares para preservarmos uma qualidade de vida razoável por uma boa saúde. A partir dessa idéia resolvemos realizar uma feira para divulgarmos para os outros alunos e a comunidade que cerca a escola sobre aquiçlo que foi pesquisado e apreendido por todos.
O que foi bem interessante nessa atividade foi a descoberta das origens das frutas no planeta, por exemplo, não sabíamos que o abacate teria se originado no méxico e já era utilizado pelos Astecas em sua dietas alimentares, mas isso é só o começo.
Se você tiver um tempinho dia 12 de novembro venha visitar nossa feira saber de onde vieram, de quais partes do mundo vieram as frutas que dispomos à mesa, ou venha aprender alguma receita interessante.
esperamos por você. 

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Guerras, Utopias e Ilusões- os festivais musicais da Record na década de 1960

Durante os anos 1960 os festivais musicais promovidos pelas televisões abriam as chances para muitas pessoas, músicos buscassem mostrar seu talento. O Festival de 1967, promovido pela Record foi o que mais marcou a disputa realizada entre estética e propostas politicas divergentes.

Torcidas organizadas tendo por prerrogativas defesas políticas, disputavam a cena. Além disso, a televisão dava mais complexidade a situação. O público se interessava por todos os produtos envolvidos nessas produções, como revistas, long-plays e grifes de roupas, mas também no uso de atitudes e comportamentos.
Com o regime militar instaurado em 1964 as coisas começaram a mudar. Em 1967 o Brasil já contava com quatro Atos Institucionais. entreanto a censura ainda não percebia nesses programas populares o espaço de atuação politica perigosa ao questionamento do regime.
O Festival de 1967 alçou ao estrelato jovens artistas que no ano seguinte (1968) seriam reconhecidos por multidões e participariam dos grandes atos públcos de questionamento das restrições impostas sobre a sociedade. Esses jovens engajados após AI-5 foram coagidos a seguir para o exílio.
Cantores que se destacavam eram aqueles que levavam em suas letras mensagens políticsa que refletiam o sonho de ter a liberdade e não a repressão militar; outros ligado à vertente nacionalista que defendiam a autenticidade da cultura brasileira.
Esses jovens artistas acreditavam que os movimetos populaes deveriam ser estimuçados por meio das artes. acreditavam também que a arte deveria ser educativa parapromover a consciência de classe.
Dentre os mais conhecidos destacamos Edu Lobo, Capinam, Sérgio Ricardo e Gealdo Vandré, entre outros
Os tropicalistas defendiam que a música deveria seguir em evolução e incorporar novas informações até então desqualificadas pela “alta cultura”, como pode ser percebida na música de Gilberto Gil, Domingo no Parque, que faz a fusão entre o canto repentista nordestino e o rock, com arranjo de Rogério Duprat, músico vinculado à defesa da moderna música erudita, e participação da banda de rock Mutantes.
Trecho da música:


(...)O José como sempre
No fim da semana
Guardou a barraca e sumiu
Foi fazer no domingo
Um passeio no parque
Lá perto da Boca do Rio...
Foi no parque
Que ele avistou
Juliana
Foi que ele viu
Foi que ele viu Juliana na roda com João
Uma rosa e um sorvete na mão
Juliana seu sonho, uma ilusão
Juliana e o amigo João...
Os Festivais de Músicas da Record não tinham hora para começar nem para temiar, não havia corte determinado de tempo para a entrada dos anunciantes, que não pagavm pelo tempo de sua veiculação, mas sim pela produção do programa em si mesmo. Os festivais não deram lucro e os prejuízo permanecem no imaginário popular. Mas os festivais da Record se tornaram inesquecíveis.


Este resumo foi produzido pelos alunos da 4a Etapa do EJA do turno da tarde da escola Dona Helena Guilhon. Ana Paula da Silva Tavares e Dielson F Rodrigues.

mais informaçções e texo integral consulte: Record escola de talentos in. Revista Carta na Escola. Editora Confiança. pag 18-21, Ed no 50, outobro de 2010.Sao Paulo, SP.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

HIP-HOP NO HELENA GUILHON COM OS "GUERREIROS DAS RUAS"

O grupo de HipHop "guerreiros das ruas" está agitando a Escola Dona Helena Guilhon com o ensaios e gravações para os clip's da Escola e do cantor de Rap MC. Moisés Balieiro. O Hip Hop não é apenas um movimento musical, mas segundo um dos integrantes do grupo e aluno da Escola conhecido como de B.boy Style o Hip-Hop "representa um esporte, uma cultura, educação, lazer e uma forma de conscientizar os jovens a participar dos projetos de dança evitando a criminalidade, o vícios das drogas e aprender a viver de novo".
o Hip Hop não pode ser encarado como um movimento de uma subcultura, hoje é mais um elemento da identidade dos jovens que procuram meios alternativos para viver numa sociedade excluente, é também uma forma de criticar a sociedade que marginaliza os moradores da periferia, os pobres e o negros e que supervaloriza a cultura de consumo, do modismo e dos vícios.
os outros integrante do grupo Guerreiros das Ruas que estão passando as tardes na escola para os gravações e ensaios são o B.boy Elton e o B.boy Borracha além de outros integrantes.
O grupo participou recentemente do AP-Fitness na Assembléia Paraense ficando em segundo lugar e se apresentaram também no Teatro Gazômetro.
Vamos fortalecer essa cultura

domingo, 18 de abril de 2010

14 anos do Massacre da curva do "S" em El dorado dos Carajás


o massacre de Eldorado dos Carajás completa 10 anos de impunidade. Mesmo condenados, os principais comandantes da operação, que resultou no assassinato de 19 trabalhadores rurais sem terra, aguardam o recurso em liberdade.
O massacre de Eldorado dos Carajás é o caso mais conhecido de violência contra trabalhadores rurais, mas não o único caso, pois a truculência do latifúndio e da polícia fez, e ainda faz, outras vítimas entre os trabalhadores e defensores dos direitos humanos no Pará. Dados da Comissão Pastoral da Terra indicam que entre 1995-2004, 169 trabalhadores rurais foram assassinados no Pará. Nesse período, houve ainda 128 tentativas de assassinato e foram registradas 459 ameaças de morte.
Esse padrão de violência contra trabalhadores rurais que ganhou visibilidade com o massacre de Eldorado dos Carajás está diretamente associado à concentração da propriedade da terra, inclusive feita através da apropriação ilegal de terras públicas, conhecida como “grilagem”. O Pará tem mais de 30 milhões de hectares de terras griladas, e este tem sido o pano de fundo das mais variadas formas de violação de direitos.
Além da omissão, conivência ou ainda ação direcionada do estado, as ações de autoridades do Poder Judiciário e do Executivo, via de regra, favorecem grileiros, latifundiários, madeireiros, entre outros. O Poder Judiciário é rápido em autorizar ações policiais de despejo de trabalhadores rurais, decretar prisão de seus líderes, mas ao mesmo tempo, confere inúmeros benefícios a latifundiários e grileiros. Mandantes e assassinos não são presos nem são levados a julgamento; mandados de prisão não são cumpridos e pistoleiros agem em conjunto com policiais. Mesmo nos crimes nos quais houve julgamento, as ações judiciais só foram possíveis depois de longos anos de luta, pressão e denúncias dos trabalhadores rurais e de entidades de direitos humanos nacionais e internacionais.
A impunidade acoberta ações criminosas desses grupos e nenhum esforço é feito pelos órgãos de Segurança Pública e pelo Poder Judiciário para combatê-la. A “morosidade” da Justiça é parcial e reflexo de uma sujeição à pressão do poder político e econômico, retardando ou influenciando o andamento dos processos e dos julgamentos.

Veja as imagens das vítimas do massacre clicando aqui

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Lixão no conjunto Satélite provoca inundações na Mário Covas

Alunos da quarta etapa visitam lixão e pesquisam sobre poluição e lixo e, concluem:

A questão do lixo está diretamente ligada ao modelo de desenvolvimento que vivemos, vinculada ao incentivo do consumo, pois muitas vezes adquirimos coisas que não são necessárias, e tudo que consumimos produzem impactos. Há aproximadamente 40 anos a quantidade de lixo gerada era muito inferior à atual, hoje a população aumentou, a globalização se encontra em um estágio avançado, além disso, as inovações tecnológicas no seguimento dos meios de comunicação (rádio, televisão, internet, celular etc.) facilitaram a dispersão de mercadorias em nível mundial.


O lixo exposto ao ar, atrai inúmeros animais, pequenos ou grandes. Os primeiros a aparecer são as bactérias e os fungos, fazendo seu fantástico papel na natureza. O cheiro da decomposição se alastra com o vento e atrai outros organismos, como baratas, ratos, insetos e urubus, que além de se nutrirem a partir da matéria orgânica presente no lixo, se proliferam, pois o local também lhes oferece abrigo. Estes animais são veiculadores (vetores) de muitas doenças, podendo ser citadas a febre tifóide, a cólera, diversas diarréias, disenteria, tracoma, peste bubônica;

O lixo contribui para a poluição visual, do ar, do solo e da água. Indiretamente atinge o ser humano através de doenças transmitidas por pragas, insetos ou animais cuja cadeia alimenta se faz no lixo:
Insetos como mosquito que transmitem a dengue, malária, febre amarela, tifo, ratos transmissores de peste bubônica, leptospirose e desinteria.
O urubu que apesar de ser útil no processo de transformação do lixo orgânico é protegido pelo código penal que proíbe sua matança, transmite a leptospirose.


O lixo causa enchentes, entope bueiros e diminui a vazão de água. É um dos maiores problemas da sociedade moderna, inclusive do nosso bairro satélite. Calcula-se que 30 % do lixo brasileiro fique espalhado pelas ruas nas grandes cidades.



Quando o lixo se acumula e permanece por algum tempo em determinado local, começa a ser decomposto por bactérias anaeróbicas, resultando na produção de chorume, que é 10 vezes mais poluente que o esgoto. Isto por que o chorume dissolve substâncias como tintas, resinas e outras substâncias químicas e metais pesados de alta toxicidade, contaminando o solo e impedindo o crescimento das plantas, podendo chegar aos lençóis freáticos em dias chuvosos (pois aumenta a penetração do solo).


Vamos cuidar do nosso lixo em diversos ambientes: em casa, na escola, ruas, praças entre outros lugares.

Vamos iniciar a campanha: "Seja Educado, não seja tapado. Lixo tem horário marcado. obrigado"


fontes:http://www.lixo.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=144&Itemid=251

www.ufrrj.br/institutos/it/de/acidentes/lixo1.htm

www.ib.usp.br/coletaseletiva/.../doencas.htm

www.ambientebrasil.com.br/composer.php3


sábado, 10 de abril de 2010

Espelho da Natureza



Espelho da Natureza: poder, escrita e imaginação na invenção do Brasil. Ed. Paca-Tatu. Belém.pa. Este é o título do recente trabalho, do professor doutor e escritor Geraldo Mártires Coelho, um dos grandes ícones da cultura erudita do Brasil, nessa obra o autor pretende mostrar a forma como a natureza amazônica e brasileira está presente em três momentos distintos, nos séculos XVII, XVIII e XIX. No primeiro período, a obra retrata a Amazônia na teologia política de Padre Vieira. Já no século XVIII, o livro traz figurações iluministas no período de La Condamine e Alexandre Rodrigues Ferreira. "Neste período, o livro fala sobre uma Amazônia cientificamente observada à luz do iluminismo", explicou o autor da obra.

No século XIX, a obra mostra a literatura romântica de José de Alencar ou na música de Carlos Gomes, e é fruto de três estudos feitos pelo historiador para serem apresentados durante seminários na Universidade de Roma, na Feira Pan-Amazônica do Livro, e na Universidade de Guimarães, em Portugal. "A síntese do livro busca trabalhar a forma como a natureza brasileira se revela nesses três momentos, em que o meio natural figura na política, na estética e na imaginação social. Foram seis meses de trabalho, que resultou no livro, o nono lançado pelo escritor. a leitura é fascinante e a obra do escritor é esplendida. Vale a pena conferir.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

A sangrenta história da conquista da América Espanhola

Frei Bartolomé De Las Casas, testemunhou a "destruição do paraíso", e surpreendentemente registrou de forma simples e direta o que presenciou e considerou desumano por parte dos espanhóis. morreu aos 92 anos de idade(1474-1566), lutou incansavelmente contra a exploração dos índios na América espanhola. fez dezenas de denúncias, protestos, pedidos, exigindo que os indígenas fossem encarados como verdadeiros "possedores y proprietários de aquellos reinos e tierras". Como vitorioso comemorou a proibição legal de 1542, que praticamente enceraram o sistema das "encomiendas" e combateu a idéia da "serividão natural" dos índios defendida por Juan Gines de Sepulveda. 
Para Las Casas a América era "a mais bela e rica parte do mundo", uma reminescência do paraíso terrestre, e os índios seus habitantes, seres humanos, inteligentes, audazes e belos". Em sua opinião extremada garantia poder assegurar "com certeza e sem medo de errar que os espanhóis jamais tiveram uma guerra justa contra os índios", senão que eram todas provocadas "pela ganância, luxúria, cegueira desses cruéis conquistadores". Os massacres, as terras roubadas e usurpadas, o trabalho estafante e obrigatório ao qual os indígenas eram forçados indignavam profundamente Las Casas. 
O texto escrito por este homem de alma nobre, que radicalmente combateu a exploração dos índios da América é indubitavelmente chocante. e disponibilizarei neste espaço um capítulo do livro O Paraíso Destruído: A sangrenta História da conquista da América Espanhola. Frei Bartolomé de Las Casas; tradução de Heraldo Barbuy. 2 ed. Porto Alegre: L&PM, 2008. 168 p.: 18 cm--(Coleção L&PM Pocket)

terça-feira, 23 de março de 2010

Os sacrifícios humanos para os Maias

A idéia de sacrifício sempre esteve presente entre os povos em sua manifestações religiosas, desde os povos mais primitivos até aqueles que consideramos os mais evoluímos, como nós. No cristianismo, o sacrifício esteve presente constantemente em suas narrativas bíblicas até a crucificação de Cristo e posteriormente, o seu sacrifício perpetuou-se nos rituais religiosos da religião cristã, apesar de ter sofrido uma fragmentação com a Reforma Protestante, mas permaneceu a idéia de sacrifício; quando ingerimos a Hóstia após a consagração, estamos ingerindo o corpo de cristo, o vinho,  seu sangue. Entre os índios da América os tupinambás, em seus rituais antropofágicos, ingeriam o inimigo para, também, homenagear seus deuses. Os povos pré-colombianos também mantinham seus rituais de sacrifício e tinham seus motivos, descubra esses motivos clicando aqui
iconografia, Viagem ao Brasil. Hans Stadem

Os Deuses Astecas

       Os povos pré-colombianos construíram ao longo dos anos uma América surpreendentemente diferente da cultura ocidental européia. causando choque aos seus visitantes que por aqui chegaram em 1500. Possuíam, organização política, social, econômica e religiosa próprias. 
      Os deuses, por exemplo, para os nossos visitantes representavam a diversas manifestações do demônio, que para cá havia se refugiado e se escondia nos desertos do sertão; o deserto como um espaço vazio que deveria ser preenchido pela civilização. 
Os europeus não entenderam que os ameríndios possuíam seus próprios deuses, veja quais eram esses deuses  ... clicando aqui